Linda Martins, 18, Salvador. Livros (os que leio e os que escrevo), cristianismo, estudos aleatórios e comida definem minha vida. Em constante evolução.

ENTREVISTA
Rudson Xaulin

RESENHA
Um beijo inesquecível

AUTORAIS
Baed

5.4.15

Minha nova (relativamente velha) paixão: Malika Favre

Então, depois de algum tempo sem postar nada no blog, inclusive na página de contos (mas calma, Veneno está a caminho), volto a ativa com um assunto que não é muito discutido aqui, mas volta e meia aparece: arte. Confesso que sou bem leiga e não pesquiso tanto sobre, mas acredito que não há quem resista ao minimalismo charmoso de Malika Favre.


A ilustradora francesa - radicada em Londres - possui uma forma bem simples, porém, colorida de retratar o cotidiano; talvez seja justamente a afeição pela simplicidade que tenha capturado o meu olhar para suas obras alguns meses atrás (o que explica o termo em parêntese no título). Não há tantos efeitos de brilho e reflexo, tons diferentes de uma só cor, nem a exigência de parecer uma fotografia detalhada fiel à realidade, e sim uma gama de 4 ou 5 cores (sendo o preto e o branco quase lei) fortes, fixas, que colorem cenas do dia-a-dia. Normalmente a figura feminina é retratatada com um ar meio anos 70, com cabelos bem arrumados, óculos de armações arredondadas e lábios pintados.

"Minha inspiração vêm das coisas que eu faço, do meu dia a dia, de tudo o que vejo" diz Malika. O perigo para um artista, segundo ela, é ele deixar de sair e de ver as coisas. "Uma hora sua inspiração acaba se esgotando", opina. (fonte: memove.com.br)

Confira outras obras em malikafavre.com