Linda Martins, 18, Salvador. Livros (os que leio e os que escrevo), minimalismo, estudos aleatórios e comida definem minha vida. Em constante evolução. Se você for suficientemente observador, verá que esta bio é diferente da bio do ano passado.

ENTREVISTA
Rudson Xaulin

RESENHA
Um beijo inesquecível

AUTORAIS
Baed

6.4.14

Tête-à-tête: Regina Spektor

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Olááááááá!
Pra começar, devo dizer que o meu modo fangirl está ativado, portanto não esperem um texto imparcial aqui. Devo avisar também que você, caro leitor, não vai ler uma análise detalhadíssima sobre a cantora e seus álbuns, porque a pessoa que vos escreve é meio leiga quando o assunto é música. Para falar a verdade, o que me fez escrever esse post foi o fato de que pouca gente conhece a cantora, o que é, de certa forma, surpreendente, já que algumas de suas músicas já fizeram parte da trilha sonora de filmes famosos e até mesmo de uma novela brasileira.

Regina Spektor é uma cantora, compositora e pianista russa radicada nos Estados Unidos. Nascida em Moscou, veio de uma família de músicos: seu pai era fotógrafo e violinista amador; sua mãe era uma professora de música da Universidade de Música Russa.

Eu conheci a Regina através do filme As Crônicas de Nárnia - Princípe Caspian, filme no qual uma de suas músicas fez parte da trilha sonora; quem aí lembra dos Pevensie voltando para a Inglaterra ao som de The Call? Aquele "no need to say goodbye" fez muitos derramarem lágrimas, inclusive eu rsr

                                     



Diferente de outros artistas, as composições da Regina não são baseadas em sua vida pessoal e sim em personagens e locais fictícios. Há também referencias a literatura e religião como nas músicas Samson (referência a Sansão e Dalila, o romance bíblico sendo retratado pelo ponto de vista da Dalila) e Laughing With.




Há músicas bem bonitinhas que falam de amor também, como Fidelity (música que fez parte da trilha sonora de “A Favorita”) e The Calculation. O interessante nas músicas da Regina é que ela insere sons, zumbidos e palmas no meio as suas músicas, como em On the Radio e no final de Eet, que por sinal, é uma das minhas músicas favoritas. 






Algumas de suas músicas assumem um lado crítico, falando sobre questões da atualidade como o comodismo e hipocrisia, coisas que acontecem o tempo inteiro em várias situações. Isso é bem perceptível em alguns trechos de Hero e Us. A maioria de suas músicas são cantadas em inglês, mas pode haver trechos em outras línguas, como russo, por exemplo. 






CONFIRA A LETRA E TRADUÇÃO: